Júri

Gustavo Cedroni

Arquiteto e Urbanista pela Fundação Armando Álvares Penteado - 00FAAP. Desde 2002 trabalha no escritório METRO ARQUITETOS ASSOCIADOS, onde é sócio desde 2005. Colabora frequentemente com o Arq. Paulo Mendes da Rocha (Pritzker Prize 2006).

Participou da Bienal de Arquitetura de Veneza, em 2006 e em 2016. Em 2011 deu aulas no Instituto Europeu de Design de São Paulo. No ano de 2012 trabalhou no escritório OMA de NY, de Rem Koolhaas.

Mario Biselli

Nasceu em São Paulo – Brasil, em 1961. Formou-se arquiteto e urbanista em 1985 pela Universidade Mackenzie. Em 2000, recebeu
o título de mestre pela mesma instituição, onde recentemente também concluiu seu doutorado.

Iniciou sua carreira como professor em 1992 do Departamento de Projeto da Faculdade de Belas Artes de São Paulo e a partir de 1999 integra o corpo de professores do Departamento de Projeto na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie.

Roberto Loeb

Nasceu em em São Paulo - Brasil, em 1941, é arquiteto e urbanista pela Faculdade de Arquitetura da Universidade Mackenzie.

Atualmente,é sócio do escritório LoebCapote Arquitetura e Urbanismo e Ybyraa Gerenciamento de Projetos e Obras, e professor de projeto na mesma faculdade em que se formou, na Universidade Mackenzie.

Emerson Edel

Engenheiro Civil (UDESC) com MBA em Gestão de Empresas (FGV) e tem mais de 20 anos de experiência nas áreas industrial, residencial e de infraestrutura. Atua no grupo Perini há 18 anos, como diretor de Operações da Perville Engenharia e Empreendimentos, diretor do Perini Business Park e diretor da Futura América Latina Indústria e Comércio de Máquinas.

Desde 2017 preside o Comciti (Conselho Municipal de Ciência, Tecnologia e Inovação de Joinville), liderando a organização da ExpoInovação e participando ativamente de movimentos voltados para Inovação e Tecnologia em Joinville e no Norte catarinense. Também é um dos idealizadores do Ágora Tech Park – o parque tecnológico de Joinville.

Marcelo Hack

É engenheiro civil formado pela Universidade Federal de Mato Grosso do Sul com MBA em Gestão Empresarial pela Fundação Getúlio Vargas. Integra o grupo Perini desde 2002, atuando como presidente do Perini Business Park e da Perville Engenharia e Presidente para América Latina da Cisa Brasile.

Sob gestão de Marcelo, o Perini Business Park atingiu a marca de 300 mil m2 de área construída, tornando-se o maior condomínio empresarial da América do Sul.

Marcelo também participa ativamente da Associação Empresarial de Joinville – ACIJ, onde é um dos vice-presidentes.

Romero Rodrigues

Bacharel em Engenharia Elétrica pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e sócio-diretor da Redpoint eventures, o primeiro fundo Brasileiro de Venture Capital criado em 2012 em sociedade com firmas do Vale do Silício. A Redpoint eventures tem US$ 130 milhões de ativos sob sua gestão e 25 investimentos na América Latina. Romero é também co-fundador do Buscapé Company, um serviço de comparação de preços lançado em 1999.

Em novembro de 2013, Rodrigues tornou-se CEO Global de Comparison Shopping na Naspers, gerenciando negócios em 3 continentes e 18 países.

Danilo Conti

Formado em Desenvolvimento de Sistemas para Internet. Empreendedor por natureza é um dos Co-founders da Agência iZi e já atuou como presidente do Núcleo de Jovens Empresários da ACIJ e diretor de Tecnologia do Conselho Estadual de Jovem Empreendedor - CEJESC. Hoje está à frente do cargo de Secretário de Planejamento Urbano e Desenvolvimento Sustentável de Joinville, compondo o primeiro escalão do governo da cidade.

Pesos da avaliação do júri

ARQUITETURA

1. Contexto Perini: capacidade do Ágora Tech Park estar em harmonia com o Condomínio Perini Business Park, desde as linhas adotadas, malha viária, tráfego de pessoas e veículos.

2. Plano de ocupação: inserção urbana, implantação do conjunto, ocupação do terreno, acomodação à topografia natural, sistema viário interno, fluxograma ocupacional, volumetria, potencial construtivo, espacialidades, integração do paisagismo.

3. Implantação do primeiro edifício: conexão com o parque, acessos claros e adequados às respectivas funções, lógica e hierarquia das circulações, proximidade e interligação entre setores afins, reserva entre setores incompatíveis, facilidade para manutenção, modularidade.

4. Atendimento do programa de necessidades: de acordo com o anexo IV do edital, objetividade e clareza em sua distribuição.

5. Flexibilidade: capacidade do projeto em moldar-se a diversos tipos de uso, pessoas e empresas, maleabilidade em adaptar-se à ocupação atual, possível reorganização e transformação futura dos espaços.

6. Acessibilidade: respeito à legislação que dispõe sobre as adaptações para pessoas com deficiência, desenho universal, com soluções integradas e harmônicas.

7. Técnica construtiva: sistema estrutural, sistemas de instalações prediais e especiais, cuidados de projeto contra incêndio e facilitação de fuga em caso de sinistro, entrosamento entre os sistemas e elementos técnicos do conjunto arquitetônico, critério e boa lógica na escolha das especificações gerais, materiais de acabamento efetivamente necessários e justificáveis, exequibilidade.

8. Conforto ambiental: equilíbrio, entrosamento e complementaridade entre os sistemas naturais e artificiais de ventilação, de iluminação, de redução de carga térmica e de proteção acústica.

9. Eco-eficiência: respeito à legislação que dispõe sobre a eco-eficiência nas edificações públicas, construção sustentável, redução de perdas construtivas, harmonia entre os ambientes natural e construído, economia de recursos naturais, eficiência energética do conjunto, captação e reuso de águas, área permeável, incentivo ao transporte ativo.

10. Exequibilidade e viabilidade técnico-construtivas: atenção ao cumprimento delegislações.

INOVAÇÃO

1. Adequação ao conceito de centro tecnológico: conformidade aos conceitos da IASP (Associação Internacional de Parques tecnológicos), ambientes de alta qualidade para as atividades de pesquisa, desenvolvimento, trabalho e lazer, atrativos para empresas de alta tecnologia.

2. Internet das coisas: incorporação de serviços avançados que interconectam coisas físicas e virtuais, baseadas em tecnologia da informação e comunicação.

3. Inovação: integração de soluções diferenciadas, exploração de novas ideias, oferecimento de ambientes que gerem vantagens competitivas, áreas propícias e dedicadas à pesquisa e desenvolvimento, promoção da interação entre parceiros, fomento do sistema de inovação entre hélices, atenção ao futuro.

4. Apropriação da concepção de Smart Cities: inspiração para uma cidade inteligente, desenvolvimento centralizado nas pessoas, impulsão do crescimento privado para o bem estar público.

5. Desenvolvimento regional: impacto sócio-econômico do projeto para Joinville e Santa Catarina

PODER PÚBLICO

1. Inovação: integração de soluções diferenciadas, exploração de novas ideias, oferecimento de ambientes que gerem vantagens competitivas, áreas propícias e dedicadas à pesquisa e desenvolvimento, promoção da interação entre parceiros, fomento do sistema de inovação entre hélices, atenção ao futuro.

2. Apropriação da concepção de Smart Cities: inspiração para uma cidade inteligente, desenvolvimento centralizado nas pessoas, impulsão do crescimento privado para o bem estar público.

3. Desenvolvimento regional: impacto sócio-econômico do projeto para Joinville e Santa Catarina.